Os rebeldes sem causa do 8/1 queriam seu próprio regime do terror

O imaginário de violência da extrema-direita brasileira ultrapassou a barreira da modernidade iluminista e retoma as penas de morte matada, com o máximo de sofrimento e exposição, para servir de lição.
O futebol brasileiro na esteira de produção

No mundo contemporâneo nada escapa a mercantilização. Mas não se trata de criar mercados locais. A lógica de exploração de qualquer mercadoria, até jogadores de futebol, é de se criar grandes esteiras transnacionais.
Comercial da Volkswagen e Elis Regina: onde está “o novo”?

A Volkswagen homenageou Elis Regina em sua propaganda/celebração de 70 anos da marca em território nacional. A peça gerou recorde de tráfego de pesquisas no Brasil para a Kombi, produto central da obra, e para a montadora. O objetivo era criar uma cena impossível: juntar, em uma estrada, lado a lado, a cantora Maria Rita […]
John Lennon gostaria de ser emulado por uma máquina?

A indústria musical tem aqui uma oportunidade para emplacar a inteligência artificial no ramo. Os Beatles são muito grandes e distantes do mundo contemporâneo para despertarem críticas apontando um comportamento irresponsável no projeto. Os olhares são de nostalgia e encanto com este produto larger than life.
O futuro brasileiro passa pela sustentabilidade?

O veto do licenciamento, de fato respaldado em aspectos técnicos, gerou grande discussão no campo político. Há a tese que decisões como esta freiam o avanço social do país. O outro campo defende a priorização do meio ambiente, e escalou o debate para a necessidade de evitarmos a produção de combustíveis fosseis.
Os roteiristas americanos recuperarão suas condições de trabalho?

Os redatores de Hollywood consideraram a paralisação que ocorre agora no mercado de entretenimento dos EUA como um momento crucial para a existência da profissão.
Há ideologia nos streamings?

“As ideias da classe dominante são, em cada época, as ideias dominantes, isto é, a classe que é a força material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, sua força espiritual dominante.” Karl Marx, em A Ideologia Alemã (1848) Se você é assinante do Netflix, abra o aplicativo da plataforma e procure pela sessão de […]
Jogando xadrez com os pombos: a lógica da monetização de conteúdo na internet e suas implicações

Repito o que escrevi em um texto anterior. Não podemos falar em defesa da liberdade na internet quando certos debates políticos, como legalização do aborto e estudos sobre o nazismo são sumariamente censurados pelas plataformas.
Miras industriais recalibradas para a inteligência artificial

inteligência artificial, soluções automatizadas, resultados de busca, publicidade digital, remuneração de criadores de conteúdo, big techs, desemprego, automação de tarefas repetitivas, impacto da tecnologia, evolução tecnológica.
Há mais perguntas que entendimentos sobre o que acontecerá com a principal fonte de faturamento da Alphabet Google: publicidade digital. Não me parece que seja interessante ao Google que a internet perca sua força produtiva de conteúdo. O grande segredo desta equação parece estar num novo mecanismo de remuneração ao criador. Talvez uma nova dimensão comercial nesta cadeia produtiva que de fato não pague por audiência, mas por qualidade.
O que é a política que viraliza?

É interessante perceber como o Congresso Nacional se tornou palco de muitos dos memes que vemos na internet. Eles vão desde cortes curtos, com situações cômicas simples, até discursos dos mais amplos espectros políticos.
